Resenha: Reboot - Amy Tintera | Padronizado


Resenha: Reboot - Amy Tintera

Resenha: Reboot - Amy Tintera


           Olá! Hoje vim falar sobre esse livro incrível de Amy Tintera. Até onde eu sei  ele é o primeiro de uma duologia (o segundo sendo Rebel, já lançado lá fora - PRECISO, aliás!) e é uma distopia.
           O mundo pós apocaliptico criado por Amy foi muito bem construído, e seu governo distópico é de deixar qualquer um enfurecido. 
           Uma doença assolou grande parte da polulação do Texas, e desenvolveu algo estranho: alguns retornavam depois da morte. Os que retornam são os Reboots. Eles não são como os zumbis que você deve estar imaginando - a maior diferença entre eles e seu eu vivo são os olhos, que se tornam mais brilhantes. 
           Todos os reboots tem um número. Quanto mais alto este for, menos humanidade resta. Explico o motivo: o número equivale a quantidade de minutos em que a criança passou morta. Quanto mais minutos, mais "fria" a pessoa é, por ter menos conexão com o seu lado humano.
           É criada a CRAH (Corporação de Repovoamento e Avanço Humano), que tem por objetivo treinar os reboots para serem seu "exército", afinal de contas, a vida deles não vale muita coisa. Eles espalham pela população que os reboots são perigosos e, sendo assim, ninguém tenta mudar o que está acontecendo.
           Conhecemos Wren 178, a melhor e mais implacável reboot do Texas. Ela quase não tem sentimentos para expor, visto que ficou morta durante 178 minutos - o número mais alto de todos. Ela completa missões impossíveis e é a melhor treinadora de Reboots novatos. Estar na CRAH é ótimo para ela: diferente de sua vida nas favelas - antes de morrer pela doença -, ali ela não precisa lidar com fome, falta de moradia ou pais drogados. Resumindo, sua vida como reboot é boa e satisfatória.
           Isso começa a mudar quando aparecem os novatos. Dessa vez, há um menino, Callum 22. O número é extremamente baixo e Callum é quase um humano - até cheira como um. Intrigada para ver se consegue treinar bem alguém de número tão baixo, Wren o escolhe para treinar.
           Callum é lento e sentimentalista, coisas que Wren não está acostumada a lidar. Acontece que, conforme o tempo passa, ela percebe que o menino desperta sentimentos nela, como: raiva, culpa, ódio, e, é claro, amor.
           Desesperada para viver esse sentimento e salvar Callum da CRAH, Wren vai fazer de tudo - que pode e que não pode - para ser feliz, como todos devem ser.


Postado por: Gabriela Duarte.

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