Crítica: Annabelle (2014) | Padronizado


Crítica: Annabelle (2014)

Crítica: Annabelle (2014)

           Olá! Hoje eu vim falar sobre Annabelle, a ovacionada boneca que aparece em "Invocação do Mal". O filme tem direção de John R. Leonetti e foi lançado no cinema neste mês de outubro, alvo de grandes expectativas que infelizmente não condizeram com o filme.
           O longa conta a história de uma família. A mulher, Mia (Annabelle Wallis), está grávida e o marido dela, John (Ward Horton) está se formando em medicina e está sempre ocupado demais, estudando ou trabalhando. Mia tem uma coleção de bonecas de porcelana, que mantém no quarto de seu futuro filho(a). Muito religiosos, Mia e John estão sempre na igreja. 
           Uma certa noite, tudo muda. Mia ouve gritos na casa de seus vizinhos durante a madrugada. John vai procurar saber o que está acontecendo, deixando Mia em casa sozinha.
           Quando volta, John vê que os invasores da casa de seus vizinhos acabaram entrando em sua casa, e estão atacando sua mulher. Logo a polícia chega e tudo se acalma novamente, exceto a mente de Mia, que está certa de que há algo errado acontecendo.
           Annabelle Higgins, a invasora, se matou com a boneca de Mia no colo, uma boneca que John deu de presente na mesma noite da invasão. Ela pede para que ele a jogue fora, pois a boneca agora a amedrontava.
           Ainda assim, Mia ainda não se sentia segura. Coisas na casa se moviam ou ligavam sozinhas e ela estava certa de que a casa estava assombrada pela seita satânica que levou Annabelle Higgins e seu desconhecido namorado a invadir as duas casas naquela noite. Mia e John então se mudam para um apartamento, onde tentam começar uma vida nova deixando seus medos para trás.
           Mas algo ainda está errado. John tem certeza de que jogou a boneca fora e ainda assim ela foi parar nas coisas da mudança para a casa nova. Coisas estranhas ainda acontecem na casa nova, Mia sente a presença de um demônio e procura saber sobre a seita satânica de Annabelle Higgins. Na vizinhança, ela vira amiga de Evelyn (Alfre Woodard), dona de uma biblioteca e que entende de coisas sobrenaturais.
            Apesar de não ser o filme que esperávamos, não chega a ser um total fiasco. Mesmo sem criar uma atmosfera de terror e tensão constante nos garante alguns sustos, porém nada mais além disso. Tem uma história interessante, mas acaba se tornando sem graça pois o filme não assusta como deveria, somado com as atuações medíocres e uma versão ridícula de demônio (parecido com o de "Insidious") que da as caras subitamente, acaba causando alguns momentos de riso no cinema e belos gritos agudos daqueles que se assustam facilmente.
             Definitivamente não é um must see, mas para quem assistir não vai ser uma total perda de tempo.
  

Postado por: Gabriela Duarte e Matheus Meiravale.

 

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